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terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

ADAPTAÇÃO ESCOLAR

A separação é uma experiência que
ocorre em todas as fases da vida
humana. Ela começa quando o bebê
deixa o útero materno e entra no
nosso mundo. A partir daí, todas as
suas conquistas representarão novas
adaptações, pois significam o
ingresso no desconhecido e no novo.O início na escola infantil exige um esforço
conjunto da instituição, da família e da
criança. É um acontecimento significativo
para toda a família, que terá dois grandes
desafios pela frente: o ambiente
desconhecido e a separação da mãe.
• Até então a criança conviveu basicamente
com sua família, com a segurança de tudo
ser conhecido.
• Na escola infantil, tudo é novo: espaço,
rotina, pessoas, outras crianças,
alimentação... O ambiente é totalmente
estranho.Alguns cuidados que facilitam o
processo
• Visitar a escola, conhecer o espaço, se
possível em época de aulas para ver as
outras crianças brincando e interagindo
entre elas e com as professoras.
• Quanto à escolha do período, é bom que
se faça em função da criança. Se ela
dorme até mais tarde, deveria ser
matriculada no período da tarde. Se dorme
depois do almoço, o período preferível é o
da manhã.Se possível, o ingresso na escola não
deve jamais coincidir com algum
outro acontecimento importante na
vida da criança (mudança de casa ou
cidade, separação dos pais, a morte
de alguém próximo, ou mesmo o
nascimento de um irmão). Nesses
episódios ela necessita de um tempo
de recuperação, adaptando-se
primeiro à nova situação para depois
adaptar-se à nova escola, é melhor
esperar.• De preferência, a separação deve se
dar aos poucos. É importante que a
mãe deixe claro que não o está
abandonando e voltará para levá-lo
para casa, fazendo o possível para
buscá-lo na hora exata da saída,
sendo honesta com a criança,
despedindo-se dela quando for sair.• A família deve estabelecer limites, dar
noções de autoridade, estimular a
convivência, não prometer recompensas
que não tenham relação com o fato (eu te
dou isso se tu ficares) ou mentir para a
criança dizendo que vai ao banheiro e
desaparecer da escola.
• A possibilidade da separação materna
dependerá muito da atitude emocional da
mãe. Não é possível compreender os
sentimentos de uma criança sem pensar
nos sentimentos que envolvem os pais.• A criança deve sentir que o ambiente lhe
oferece carinho, afeto e segurança,
semelhante ao que sente em casa. A
professora é uma pessoa fundamental na
vida da criança e pode diminuir a
importância da mãe. Esta deverá estimular
seu filho quando ele estiver com medo, e
mostrar-se o mais confiante possível.
• O vínculo com a professora é o objetivo
primordial nesses primeiros dias. É através
dele que a criança se sentirá segura para
interagir na escola.• É você quem vai auxiliar a criança a
familiarizar-se com o novo ambiente,
com a nova rotina, com as outras
crianças.
• É você que, através de
demonstrações de segurança e
tranqüilidade, mostrará que ela é
aceita, respeitada e entendida na
escola – ambiente totalmente novo,
mas preparado e organizado para ela.• Graças à educação em grupo, a
criança desenvolve a receptividade e
a sensibilidade ao mundo exterior;
aprende a vencer a timidez e
insegurança, a colaborar e trabalhar
em equipe, aprende a trocar e
emprestar brinquedos; a conviver
com outras crianças, a defender-se,
se comunicar e se expressar melhor.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Passagem rápida pelas ideias de alguns pensadores



Dewey...
Defendia que os alunos deveriam ter a teoria e também a prática. Defendia o lúdico em sala de aula, também atividades que usassem da criatividade dos alunos.
Guardia...
Ele acreditava que o sujeito tinha que querer aprender e a educação tinha que ser voltada aos interesses do aluno.
Freinet...
Via a criança como o centro da educação, também que a criança não deve ficar presa na sala de aula.
Makarenko...
Acreditava no trabalho em grupo. Para ele não importa o que você vai criar, mas o que você vai aprender com isso.
Neill...
Acreditava que cada aluno deveria aprender o que queria
Montessori...
Utilizava os movimentos, a ginástica, a expressão corporal como forma de aprendizagem.
Decroly...
Valorizava mais o trabalho manual. Destacou três etapas da aprendizagem: observação, associação e expressão.
Wallon...
Fala muito a respeito das emoções. Segundo ele, é através das emoções que os alunos expressam suas vontades e por isso elas tem papel importante na aprendizagem.
Stenhouse...
Segundo ele, os alunos devem falar, expor e os professores tentar por em prática.Critica a fragmentação dos conteúdos.


... Relações existentes entre o que eles pensavam...
Ø Ver o aluno como um todo;
Ø Autonomia;
Ø Trabalho em grupos;
Ø Professor mediador;
Ø Professor pesquisador;
Ø Levar o aluno a pensar;
Ø Professor e aluno aprendendo juntos

ATIVIDADES LITERARIAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL



1º) Elaborar em cada sala de aula sua própria mini-biblioteca: para que não haja uma redução de espaço nas salas de aula, a proposta é que sejam feito murais, de EVA ou outro material, em formato de sapateiras, pendurados na parede, onde os livros ficariam a disposição dos alunos, que poderiam manuseá-los.
2º) Hora do conto: a hora do conto poderia ser dividida em dois momentos; um momento menor, em sala de aula, onde a professora escolhe um livro e fazendo uso de recursos variados contaria a história para os alunos; e num momento maior, a escola faria uma vez por mês uma hora do conto que envolvesse toda a escola, onde o aluno ao invés de escutar a história, vivenciaria a escola, neste momento a escola se organizaria como num grande conto de fadas, suas áreas seriam decoradas de acordo com o conto, e professores e funcionários se fantasiariam com os personagens. Seria oferecido um lanche especial e várias oficinas lúdicas relacionadas ao tema. As crianças seriam levadas a vivenciar a magia que as histórias infantis podem proporcionar.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Brinquedoteca



A brinquedoteca surgiu por conta da valorização do brinquedo e da criação de espaços destinados à exploração lúdica. Segundo nos enuncia a literatura, o primeiro ambiente direcionado para o lúdico das crianças aconteceu no ano de 1934, na cidade de Los Angeles, Estados Unidos.
Estudos demonstram que a brinquedoteca passou a ser conhecida e mais amplamente divulgada na Europa em meados dos anos 60 e no Brasil a partir dos anos 80, estimulando assim instituições a destinarem sua atenção ao brincar.
Precisamente no Brasil, a primeira Brinquedoteca foi montada pela APAE, em 1973, para atender crianças com deficiência mental. Após esta experiência pioneira, as brinquedotecas multiplicaram-se no país e grande parte delas foi difundida e operada por entidades sociais e por escolas.
Estudiosos da área como Friedmann (1998), Ramalho (2003), Santos (1997), Kishimoto (1998), Cunha (1997), Solé (1992) apontam as melhorias que o espaço lúdico traz no desenvolvimento infantil.
No passado também tivemos contribuições significativas no cenário da pedagogia, principalmente dos precursores do século XIX como Friedrich Froebel (1782-1852) que deixou como legado a ideia de que os estímulos dados a criança durante a primeira infância seriam primordiais para seu desenvolvimento sensório-motor e isso só aconteceria mediante atividade lúdica. Froebel acreditava que a alegria do jogo e do brinquedo levaria a criança aceitar o trabalho de forma mais tranquila (ARANHA, 1996, p.144).
Piaget também demarcou época a respeito do desenvolvimento cognitivo infantil, suas grandes obras alicerçam nossos trabalhos e suplementam nossa prática em sala de aula. Desta forma entende-se que os estímulos proporcionados às crianças durante seus primeiros anos de vida são fundamentais para sua formação, portanto, nada melhor do que a brinquedoteca para podermos conhecer a criança de forma mais completa. Brincando a criança comunica-se e se expressa por meio do brinquedo criando suas próprias fantasias e se identificando com os personagens da literatura infantil e que ao mesmo tempo vai favorecendo meios de convivência e pressupostos para formação de sua própria identidade.
De acordo com o Referencial Curricular Nacional (RCN), as crianças de 0 a 6 anos só terão um desenvolvimento adequado, caso, a instituição proporcione-lhes não só segurança e oportunidade, mas também, informações e aprendizagens que tenham significado real para elas. Em seu contexto, o RCN para a Educação Infantil enumera alguns princípios essenciais na perspectiva da criança em um futuro próximo exerça a cidadania plena. São eles:

O respeito à dignidade e aos direitos das crianças, consideradas nas suas diferenças individuais, sociais, econômicas, culturais, étnicas, religiosas, etc;
O direito das crianças ao brincar, como forma particular de expressão, pensamento, interação e comunicação infantil;
O acesso das crianças aos bens sócio-culturais disponíveis, ampliando o desenvolvimento das capacidades relativas à expressão, à comunicação, à interação social, ao pensamento, à ética e à estética;
A socialização das crianças por meio de sua participação e inserção nas mais diversificadas práticas sociais, sem discriminação;
O atendimento aos cuidados essenciais associados à sobrevivência e ao desenvolvimento de sua identidade (BRASIL, 1998, v. 3, p.13).

Deve-se pensar em um ambiente curioso e agradável para que todo esse conjunto de ideias descrito acima se efetive veemente, a sala de aula não deixa de ser primordial em prol do aprendizado da criança, mas, é importante que o educador pense em um espaço diferente e mais próprio ao desenvolvimento intelectual e pessoal da criança.
Esse ambiente proposto deve ser composto de pequenos espaços, com brinquedos adequados (pedagógicos ou não) e favoráveis ao aprendizado da primeira infância. A brinquedoteca possibilita à criança o desenvolver do raciocínio, do conhecimento e da imaginação, favorecendo também, a compreensão melhor da realidade que a cerca.
Entende-se que a brinquedoteca, em prol do aprendizado intelectual e social da criança, deve fazer parte das propostas educativas de escolas municipais, bem como de instituições particulares que visam o compromisso de ofertar às crianças de sua comunidade um ambiente direcionado para a ação social e comunitária.

Referências:

ARANHA, M. L. de. História da educação. 2 ed. São Paulo: Moderna, 1996.
BRASIL. Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil. 3º volume. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Brasília: MEC/SEF, 1998.
CUNHA, N. H. da S. A Brinquedoteca brasileira. In: SANTOS, S. M. P. dos (Org.). Brinquedoteca: o lúdico em diferentes contextos. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1997, p.13-22.
FRIEDMANN, A. O direito de brincar: a Brinquedoteca. 4 ed. São Paulo: Edições Sociais: Abrinq, 1998.
KISHIMOTO, T. M. Diferentes tipos de Brinquedoteca. In: FRIEDMANN, A. O direito de brincar: a Brinquedoteca. 4. ed. São Paulo: Abrinq, 1998. p.53-63.
RAMALHO, M. T. de B. Uma Brinquedoteca para crianças e adolescentes em situação de risco social. Florianópolis, 2003. Tese (Doutorado em Engenharia de Produção) - Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, 2003
SANTOS, S. M. P. O lúdico na formação do educador. 4 ed. Petrópolis: Vozes, 1997.
SOLÉ, M. de B. O jogo infantil: organização das ludotecas. Lisboa: Instituto de Apoio à Criança, 1992.

Leia mais: http://pedagogakarinacruz.webnode.com.br/news/brinquedoteca%3a%20espa%c3%a7o%20de%20forma%c3%a7%c3%a3o%20de%20educadores%20e%20alunos/
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quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

WEBNODE :: Alimentação adequada das crianças no verão :: Eliziane Longarai

WEBNODE :: Alimentação adequada das crianças no verão :: Eliziane Longarai

Direcione seu olhar



Quando estiver em dificuldade,
e pensar em desistir,
lembre-se dos obstáculos que já superou.
Olhe para trás.

Se tropeçar e cair, levante,
não fique prostrado,
esqueça o passado.
Olhe para frente.

Ao sentir-se orgulhoso
por alguma realização pessoal,
sonde suas motivações.
Olhe para dentro.

Antes que o egoísmo o domine,
enquanto seu coração é sensível
socorra aos que o cercam.
Olhe para os lados.

Na escalada rumo às posições,
no afã de concretizar seus sonhos,
observe se não está pisando em alguém.
Olhe para baixo.

Em todos os momentos da vida,
seja qual for sua atividade,
busque a aprovação de Deus.
Olhe para cima!

PRIMEIRO DIA DE AULA



O primeiro dia... Receios e ansiedades que caracterizam o primeiro dia de contato entre as turmas de educadores e alunos podem ser encarados de forma suave e descontraída. O primeiro dia de aula é cheio de emoções conflitantes para alunos e educadores: expectativas de reencontros, alegrias, curiosidades, incertezas, temores. É um momento especial: o nascimento de um grupo que vai trabalhar e aprender junto durante o ano. Vínculos mais profundos podem levar certo tempo para se formar, porém, criar desde o primeiro instante um clima de aceitação e de naturalidade vai estimular o crescimento da confiança mútua e o desejo de participar. Por isso, comece sendo natural e confiante. Não pense na imagem que gostaria de projetar, seja apenas você mesmo (a), naquilo que tem de melhor, de mais afetuoso, de mais entusiasmado e interessado na tarefa.

Programe, sim, cuidadosamente este primeiro encontro, mas deixe pra lá temores e inseguranças. Confie em Deus, que sempre colabora com todos os trabalhos voltados à Educação da criança e do jovem. Se estiver tranquilo, é mais fácil abrir-se para as suas inspirações. E não se apavore se as coisas não funcionarem exatamente como você planejou. Reposicionar-se de acordo com as circunstâncias também é ser humilde.

Receba as crianças em clima de festa, pois estamos celebrando o início de uma nova etapa para todos. Se puder tenha algo especial no ambiente, que mostre que não se trata de um dia qualquer (decoração, música alegre). Um caprichado cartaz de boas-vindas sempre contribui para melhorar as disposições íntimas de todos. Seja bastante afetivo, sem exagerar. Abrace, dê beijos, seja carinhoso (a)! Curta o momento.

É conveniente preparar uma atividade de aquecimento e integração apropriada à turma. A seguir, comece uma conversa amena. Conte quem é você, como você se sente, o que gostaria de fazer. Dê oportunidade para os alunos falarem de si, de como é retornar ou começar na classe, e do que têm vontade de fazer, durante o ano. É uma boa oportunidade para conversar sobre o que significa, para cada um, estar naquele grupo, e o que espera. Afinal, compartilhar é uma das melhores coisas para se fazer em grupo.
Fonte: Rita Foelker (adaptado)

Mensagens para Professores



DECÁLOGO PEDAGÓGICO


Como todo ofício, a docência requer cuidados e habilidades específicas. Logo, para que a aula transcorra com sucesso e tranquilidade, indicamos um decálogo pedagógico, com 10 instruções básicas. Siga essas instruções e colha os frutos de seu trabalho!

1- Contextualize suas aulas.
Traga as lições para o contexto de seus alunos, faça com que cada tema seja abordado de modo significativo, real e prático.

2- Pesquise o tema de sua lição em outros meios.
Faça uso de jornais, revistas diversas, artigos, livros de pesquisa, Internet, etc. Isso dará subsídios para que suas aulas não sejam cansativas ou superficiais.

3- Trabalhe as potencialidades de seus alunos.
Procure explorar o que cada aluno tem de melhor e utilizar isso para o progresso do trabalho educativo. Todos os alunos têm algo de interessante e especial a oferecer.

4- Dinamize suas aulas.
Aulas monótonas e rotineiras só atrapalham a aprendizagem. Ative suas aulas com procedimentos diferentes. Mude o lugar da aula, cante novas canções, estabeleça dinâmicas de grupo e tudo mais que trouxer renovação e mobilização para a turma.

5- Envolva seus alunos.
Não há como o aluno aprender se ele não estiver envolvido com o que será estudado. Mostre para sua classe que os temas abordados têm real importância e valia. Valorize cada tópico e relacione-os com os interesses de sua classe (que é claro, podem ser diferentes dos seus).

6- Estabeleça laços afetivos com sua classe.
É impossível ter um trabalho bem-sucedido se você e seus alunos não tiverem bons laços afetivos. Sentimentos como solidariedade, compreensão e carinho devem ser plantados e cultivados, caso contrário, todo o esforço de seu trabalho será desperdiçado.

7- Trabalhe com a dinâmica de projetos educativos.
Trabalhar com projetos sugere que você proporcione aos alunos a oportunidade de aplicarem na vida prática o que foi aprendido em sala de aula. Permita que a turma eleja um dos assuntos enfocados e, a partir dele, desenvolvam projetos e linhas de ação. Isso fixará o aprendizado e proporcionará grandes chances de novos e consistentes saberes.

8- Tenha autoridade técnica, moral e profissional.
Ter autoridade técnica significa saber dar aulas, utilizar as técnicas corretas e os procedimentos que facilitem a aplicação da aula. Ter autoridade moral significa lidar bem com os alunos, ter um bom relacionamento. Ter autoridade profissional significa dominar os conteúdos que serão aplicados.

9- Opte por uma liderança democrática.
Você, como o líder da classe, tem por obrigação conduzi-la de modo democrático, sem autocracia ou dogmatismos. Esta postura trará resultados positivos e benéficos.

10- Não se ache o detentor do saber.
Um dos grandes erros do professor é crer que sabe de tudo, e que só ele tem razão. O professor também aprende com os alunos e é justamente essa troca que propicia o aprendizado.

Fonte: http://educandocomcarinhoo.blogspot.com/

Dicas para Reunião com os Pais



Faz parte da vida dos professores preparar e
conduzir as reuniões com os pais das crianças.
Reuni aqui algumas dicas recolhidas da internet,
e procedimentos que também uso nesses momentos.
A reunião não é um embate, é um momento de encontro com os pais e a
possibilidade de conversar sobre o andamento da turma.
Caso seja necessário falar sobre um aluno em especial você tem suas opções:
a) deixar para o final os atendimentos particulares;
b) agendar uma data e horário específicos;
Não use a reunião para comentar assuntos particulares na frente de todos.
Deixe isso claro antes de começar.
Vamos lá?!
Mãos à obra!
Ivanise Meyer

♥♥♥

♥ Dicas sobre a reunião ♥

- Cause boa impressão na apresentação: a escola é nosso ambiente de trabalho, exige uma roupa condizente com nossa função. Use uma roupa discreta, sem decotes, transparências ou detalhes que atrapalhem sua movimentação. Não exagere na maquiagem. Se a escola tem um uniforme para os professores, fica mais fácil pois você não terá que escolher o que vestir.

- Deixe a pauta da reunião em lugar visível: um cartaz ou escrito no quadro-de-giz.

- Deixe na sua mesa a documentação da reunião: lista de presença, documentos a serem entregues, textos copiados a serem entregues, pauta da reunião. Não se esqueça das canetas para os pais assinarem.

- Prepare uma lembrança da reunião: pode ser um texto, uma letra de música, uma lembracinha feita pelas crianças (ímã de geladeira, mini-calendário, dobradura, etc). Aqui no Baú das Mensagens há sugestões para você.

- Supere resistências iniciais: use uma dinâmica de apresentação. Se o tempo é curto, leia um texto agradável (providencia cópias para todos os pais, para que possam acompanhar a leitura). Você poderá usar uma música com letra significativa. Se tiver possibilidade, poderá trazer um texto em Power Point.

- Criar um clima favorável: a primeira reunião é a mais difícil, pois não conhecemos os pais. Tente manter a calma, o sorriso e tenha uma pauta de reunião. Eu gosto de deixar numa mesa: café, água gelada, biscoitos (ou bolo), guardanapos e copos descartáveis. Os pais percebem que você se preocupa com eles, isso cria um clima agradável e mais descontraído.

- Cortesia, atenção, simpatia: sempre presentes a qualquer momento.

- Demonstrar sólidos conhecimentos sobre o assunto a ser tratado: uma reunião deve ser preparada com antecedência. Saiba sobre o que vai falar. Os recados da direção devem ser discutidos antes da reunião, se possível devem estar escritos para evitar "interpretações".

- Estabelecer diálogo: os pais devem perceber quando poderão falar. É importante não tratar assuntos particulares na frente de todos. Deixe isso claro ANTES de começar a reunião. Caso alguém insista, peça para deixar para o final.

- Ser assertivo, sem entrar em clima de agressividade.

- Ouvir objeções até o final: mantenha a calma, saiba lidar com situações inesperadas. É a parte delicada da reunião. Caso aconteça, ouça com empatia e responda da melhor maneira possível (dica: se coloque no lugar de quem fala).

- Iniciar pelos aspectos positivos do grupo: todos os grupos têm pontos positivos, procure ressaltá-los.

- Evitar comparações de alunos e classes: isso é muito desagradável (por mais verdadeiro que seja...).

- Não expor o aluno: casos particulares devem ser tratados em atendimentos individuais.

- Deixar claro, sempre que necessário, que a reunião de pais tem como objetivo tratar de assuntos referentes ao grupo.

- Como os pais podem auxiliar ou orientar nas tarefas de casa: muitos pais não sabem como ajudar, precisam de nossa orientação.

- Envolver os pais no processo de aprendizagem do filho: informar como os filhos estão aprendendo e para quê.

- Lembre-se: os pais não esperam explanações teóricas acerca de algum tema. Procure ser objetivo e prático em sua fala.

- Não imponha seus pensamentos religiosos, pois a educação brasileira é laica. Cada um de nós tem liberdade de credo garantido pela Constituição, e deve ser respeitado seja qual for a religião seguida ou não.


♥ Dicas úteis ♥

- Evite gírias: Tá legal, oi cara, tudo em cima?

- Expressões repetitivas: Né; ta; viu? Certo?

- Tratamento íntimo: Meu amor, querido(a), benzinho, flor.

- Expressões dúbias: Eu acho, eu penso que pode ser, talvez, quem sabe?

- Condicionais: Seria, poderia, faria, gostaria.

- Palavras negativas: Impossível, não; sem explicar o porquê.

- "Eu não penso assim, foi a direção que decidiu."

- Falar o nome do aluno ou dos pais errado.

- "Aqui é assim mesmo, o senhor tem razão!"

- Lembre-se! A primeira impressão é a que fica e a última também.

Verdades da Profissão de Professor


Ninguém nega o valor da educação e que um bom professor é imprescindível. Mas, ainda que desejem bons professores para seus filhos, poucos pais desejam que seus filhos sejam professores. Isso nos mostra o reconhecimento que o trabalho de educar é duro, difícil e necessário, mas que permitimos que esses profissionais continuem sendo desvalorizados. Apesar de mal remunerados, com baixo prestígio social e responsabilizados pelo fracasso da educação, grande parte resiste e continua apaixonada pelo seu trabalho.
A data é um convite para que todos, pais, alunos, sociedade, repensemos nossos papéis e nossas atitudes, pois com elas demonstramos o compromisso com a educação que queremos. Aos professores, fica o convite para que não descuidem de sua missão de educar, nem desanimem diante dos desafios, nem deixem de educar as pessoas para serem “águias” e não apenas “galinhas”. Pois, se a educação sozinha não transforma a sociedade, sem ela, tampouco, a sociedade muda.
Paulo Freire

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

WEBNODE :: Eliziane Longarai - Pedagoga :: Eliziane Longarai

WEBNODE :: Eliziane Longarai - Pedagoga :: Eliziane Longarai

Eliziane Longarai -CONSULTORIA PEDAGÓGICA


Eliziane Longarai - Pedagoga com experiência de 25 anos na Educação Infantil -Profissional com destacada vivência na Gestão Pedagógica de instituições de Educação Infantil. Disponibilidade e conhecimentos técnicos para atuar como Consultora Pedagógico, implantando e desenvolvendo atividades e projetos a partir das necessidades da instituição. Como Consultoria Pedagógica, auxilia a Direção em todo o processo de gestão administrativa e pedagógica como: - Realização de diagnóstico institucional para levantamento de necessidade, conhecimento da equipe; estudo da concorrência, análise da região e mercado; mapeamento geográfico da recepção de alunos para o estabelecimento de plano de ações, de negócios e estratégias para obtenção de resultados e melhorias; - Avaliação do processo de ensino-aprendizagem implantando novos procedimentos, reformulando e atualizando os existentes; Orientação didático-pedagógica; Análise de compatibilidade da ação docente com a proposta pedagógica; - Suporte na confecção e reestruturação de Projetos Pedagógicos; - Projetos de ensino de Filosofia para crianças, adolescentes, jovens e adultos. - Criação de material didático para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio; - Acompanhamento da implantação de sistemas apostilados e, ou trocas de proposta pedagógicas; - implantação do projeto de orientação personalizada de estudo (ALUNOS E PROFISSIONAIS); - Projeto adaptação de alunos e famílias novas (maternal, 6º ano do fundamental e 1º ano do E.M); - Organização de Feiras das ciências e das tecnológicas; - Viagens pedagógicas voltadas para o entretenimento e o conhecimento construído; - Preparação de reuniões com equipe e responsáveis. Realização de palestras temáticas mensais para os responsáveis e comunidade. - Elaboração de Circulares e Comunicados. A importância da Agenda Escolar - Elaboração de proposta pedagógica, regimento escolar, calendário anual, grade de horários e atribuição de aulas; - Abertura e autorização de funcionamento de escolas; - Participação em projeto de reformulação do Ensino Fundamental e Médio, atualizando conteúdos, carga horária, sistema de recuperação de notas, cursos opcionais (extracurriculares), etc; - Implantação de curso técnico com habilitação; - Implantação e acompanhamento do Projeto Horário Integral; - Seleção de docentes e equipe em geral; - Treinamento de profissionais da Portaria à equipe de Direção, INCLUSIVE , pessoal do Transporte Escolar - Implantação do sistema informatizado de gestão; - Amplos conhecimentos em Legislação Educacional.

terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Ser Pedagogo

não é apenas ser Professora, Mestre, Tia, Coordenadora, Supervisora, Orientadora, Dona de escola.
É mais do que isso.
É ser Responsável.
Ser Pedagogo é ter coragem de enfrentar uma sociedade deturpada, equivocada sem valores morais nem princípios.
Ser Pedagogo é ser valente, pois sabemos das dificuldades que temos em nossa profissão em nosso dia a dia.
Ser Pedagogo é saber conhecer seu caminho, sua meta, e saber atingir seus objetivos.
Ser Pedagogo é saber lidar com o diferente, sem preconceitos, sem distinção de cor, raça, sexo ou religião.
Ser Pedagogo é ter uma responsabilidade muito grande nas mãos.
Talvez até mesmo o futuro...
Nas mãos de um Pedagogo concentra-se o futuro de muitos médicos, dentistas, farmacêuticos, engenheiros, advogados, jornalistas, publicitários ou qualquer outra profissão...
Ser Pedagogo é ser responsável pela vida, pelo caminho de cada um destes profissionais que hoje na faculdade e na sociedade nem se quer lembram que um dia passaram pelas mãos de um Pedagogo.
Ser Pedagogo é ser mais que profissional, é ser alguém que acredita na sociedade, no mundo, na vida.
Ser Pedagogo não é fácil, requer dedicação, confiança e perseverança.

site Lize Consultoria

http://elizianelongarai.webnode.com/

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Educar é ...

Daqui a cem anos, não importará o tipo de carro que eu conduzi, o tipo de casa em que morei, quanto dinheiro tinha depositado no banco, nem que roupas vesti. Mas o mundo pode ser um pouco melhor porque eu fui importante na vida de uma criança...” (anônimo)