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sábado, 16 de fevereiro de 2013

A criança e os vínculos

A criança e os vínculos O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Um tema para alertar consciências e refletir sobre o nosso papel de pais e educadores Gordon Neufeld, um dos especialistas mundiais na área da psicologia e relações familiares, esteve em Portugal em novembro passado para a conferência "Vínculos Fortes, Filhos Felizes”. Nela abordou os seus conceitos de “cultura dos vínculos” e de como estes fomentam sentimentos de pertença e segurança, essenciais para dar sentido à existência humana, pretendendo demonstrar a importância do papel dos pais enquanto primeiros e insubstituíveis educadores e formadores dos seus filhos, fortemente responsáveis pelo seu desenvolvimento pessoal integral e pela sua felicidade. Vínculos fortes, filhos felizes. Que vínculos são estes concretamente, qual a sua relação de causa-efeito e influência na sociedade atual? G.N. - O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Quanto mais profundos e gratificantes forem esses vínculos, maiores as probabilidades dessas crianças se tornarem seres humanos mais humanos. Vínculo é a palavra científica para "relação" e fala da nossa necessidade preeminente de intimidade. Procuramos proximidade e conexão de muitas maneiras: através de estar com, ser parecido, fazer parte de, estar do mesmo lado, ser importante para, através do amor, e através de sermos compreendidos. A intimidade pode tomar várias formas, da mais superficial às intimidades emocional e psicológica Em termos de sociedade, estamos efetivamente a perder alguns dos valores fundamentais: é bom e correto que haja vínculos que unam as crianças aos adultos responsáveis por elas; é bom e correto que os adultos sejam mais importantes para uma criança do que seus pares; é bom e correto garantir que as crianças, em contexto de vinculação, lidem apenas com os adultos responsáveis por elas. Estes são os valores que têm de ser recuperados a fim de criar as condições necessárias para aumentar, nas nossas crianças, todo o seu potencial como seres humanos. Não podemos reparar a cultura. Mas estamos a precisar de uma consciência coletiva acerca do papel crucial das relações, quer a nível parental como do ensino, e de nos reencontrarmos com a nossa intuição natural nestas matérias. As crianças e jovens estão cada vez mais "difíceis", quer em casa como na escola: indisciplina, falta de respeito... Que se está a passar? G.N. - Quando as coisas correm mal culpamo-nos uns aos outros. As crianças estão efetivamente a tornar-se mais difíceis de criar e ensinar, mas isso é porque estamos a perder o contexto em que elas deveriam ser criadas e ensinadas, nomeadamente o seu vínculo aos pais e professores. Quando as crianças começam a orbitar ao redor dos seus pares deixam de o fazer à volta dos seus pais e professores e como tal nada funciona como deveria. A questão não é tanto de responsabilidade mas sim de relação. A criança necessita de estar na relação certa com os seus pais e com os professores para que os adultos nas suas vidas sejam capazes de fazer o seu trabalho responsável e eficazmente. Que fazer? Há fórmulas mágicas para dar a volta à questão? G.N. - Não é de mais avisos nem prescrições que os pais hoje em dia necessitam. Quanto mais nos disserem o que devemos ou não fazer, mais perdemos o senso comum e a intuição natural. Quando as crianças estão adequadamente vinculadas a quem delas cuida isso acaba por trazer ao de cima o que de melhor crianças e adultos têm. Quando as coisas não funcionam, o que mais necessitamos é de refletir sobre a importância das relações afetivas que evite a batalha contra os síndromes de comportamento. Temos vindo a ser pais e professores desde há milhares de anos. É uma "dança", não um conjunto de competências. Quando a relação é a correta, a dança é relativamente fácil. Se não o for, nada do que façamos irá correr bem.

A criança e os vínculos

O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Um tema para alertar consciências e refletir sobre o nosso papel de pais e educadores Gordon Neufeld, um dos especialistas mundiais na área da psicologia e relações familiares, esteve em Portugal em novembro passado para a conferência "Vínculos Fortes, Filhos Felizes”. Nela abordou os seus conceitos de “cultura dos vínculos” e de como estes fomentam sentimentos de pertença e segurança, essenciais para dar sentido à existência humana, pretendendo demonstrar a importância do papel dos pais enquanto primeiros e insubstituíveis educadores e formadores dos seus filhos, fortemente responsáveis pelo seu desenvolvimento pessoal integral e pela sua felicidade. Vínculos fortes, filhos felizes. Que vínculos são estes concretamente, qual a sua relação de causa-efeito e influência na sociedade atual? G.N. - O bem-estar das crianças depende muito dos vínculos estabelecidos com os adultos responsáveis por elas. Quanto mais profundos e gratificantes forem esses vínculos, maiores as probabilidades dessas crianças se tornarem seres humanos mais humanos. Vínculo é a palavra científica para "relação" e fala da nossa necessidade preeminente de intimidade. Procuramos proximidade e conexão de muitas maneiras: através de estar com, ser parecido, fazer parte de, estar do mesmo lado, ser importante para, através do amor, e através de sermos compreendidos. A intimidade pode tomar várias formas, da mais superficial às intimidades emocional e psicológica Em termos de sociedade, estamos efetivamente a perder alguns dos valores fundamentais: é bom e correto que haja vínculos que unam as crianças aos adultos responsáveis por elas; é bom e correto que os adultos sejam mais importantes para uma criança do que seus pares; é bom e correto garantir que as crianças, em contexto de vinculação, lidem apenas com os adultos responsáveis por elas. Estes são os valores que têm de ser recuperados a fim de criar as condições necessárias para aumentar, nas nossas crianças, todo o seu potencial como seres humanos. Não podemos reparar a cultura. Mas estamos a precisar de uma consciência coletiva acerca do papel crucial das relações, quer a nível parental como do ensino, e de nos reencontrarmos com a nossa intuição natural nestas matérias. As crianças e jovens estão cada vez mais "difíceis", quer em casa como na escola: indisciplina, falta de respeito... Que se está a passar? G.N. - Quando as coisas correm mal culpamo-nos uns aos outros. As crianças estão efetivamente a tornar-se mais difíceis de criar e ensinar, mas isso é porque estamos a perder o contexto em que elas deveriam ser criadas e ensinadas, nomeadamente o seu vínculo aos pais e professores. Quando as crianças começam a orbitar ao redor dos seus pares deixam de o fazer à volta dos seus pais e professores e como tal nada funciona como deveria. A questão não é tanto de responsabilidade mas sim de relação. A criança necessita de estar na relação certa com os seus pais e com os professores para que os adultos nas suas vidas sejam capazes de fazer o seu trabalho responsável e eficazmente. Que fazer? Há fórmulas mágicas para dar a volta à questão? G.N. - Não é de mais avisos nem prescrições que os pais hoje em dia necessitam. Quanto mais nos disserem o que devemos ou não fazer, mais perdemos o senso comum e a intuição natural. Quando as crianças estão adequadamente vinculadas a quem delas cuida isso acaba por trazer ao de cima o que de melhor crianças e adultos têm. Quando as coisas não funcionam, o que mais necessitamos é de refletir sobre a importância das relações afetivas que evite a batalha contra os síndromes de comportamento. Temos vindo a ser pais e professores desde há milhares de anos. É uma "dança", não um conjunto de competências. Quando a relação é a correta, a dança é relativamente fácil. Se não o for, nada do que façamos irá correr bem.

Atitudes que ajudam a crescer feliz

A medida dos afetos não se vê pelos presentes, antes no tempo que se dedica à criança. Enquanto brincam, os progenitores preparam o caminho da autonomia que passa pela aprendizagem da tomada de decisões. Ainda no ventre materno, a criança desejada é acarinhada com ternura enquanto a mãe sonha com um bom futuro para ela. Que seja saudável e linda – a mais bonita das crianças, – que seja feliz, que caminhe na rota certa e direita da vida e, finalmente, quando for grande tenha êxito nas relações sociais e profissionais. É natural, mas nada cresce de um simples desejo por mais forte que seja. Tudo se constrói, uma parte condicionados pelo ambiente que nos rodeia, já que a outra é só nossa, aquela que faz parte de um eu indivisível. Tendo em conta e respeitando este ‘tesouro’ único, cabe aos pais facilitar o resto, o treino de todos os ingredientes necessários à autonomia, à autoconfiança e auto-estima. Para o melhor e para o pior somos, em grande parte, resultado do que recebemos ou não na nossa infância. Começamos a registar antes de perceber... impressões que colocamos na caixa do tempo para um dia irmos ou não buscar, mas que se refletem continuamente no nosso caráter, na relação connosco mesmos e com os outros. Por isso é que educar não é tarefa fácil mas um desafio fascinante. Seja qual for a sua própria experiência, zele para que o futuro do seu filho seja risonho e seguro. Comece já, colocando em prática alguns conselhos. • Dedique-lhe tempo. Aproveite as oportunidades para brincar e jogar com o seu filho, ouvir as histórias que tem para contar-lhe e responder às suas dúvidas sempre com honestidade, coerência, respeito e todo o carinho. • Dê valor aos seus sentimentos e ideias. É uma condição importantíssima na construção da autoconfiança e um excelente estímulo a futuros encontros de amizade, pautados pela cordialidade. Ajuda a desenvolver o sentido de sociabilidade. • Aceite-o e respeite-o tal como é. Para que ele também possa fazê-lo, ou seja, aprenda a gostar e a apreciar-se pelo que é (isto não significa que se tiver de limar alguma aresta não o faça). Por outro lado, é um excelente exemplo de tolerância. • Saiba ser firme mas também benevolente. O facto de as regras serem fundamentais na educação e orientação das crianças e que exigem firmeza para que possam ser aplicadas, isso não significa que quando infrigidas, esporadicamente, tenham de ser punidas com castigos exagerados. Procure o equilíbrio. • Ensine-o a ser responsável e disciplinado. Para isso, lembre-se de que é preciso criar-lhe espaço e saber aceitar os erros dos primeiros ensaios. Dê-lhe tarefas à medida da idade para que se sinta útil e treine a responsabilidade. • Esteja atenta aos seus estados de espírito. Leve em conta as suas preocupações, convide-o a falar no assunto e ajude-o a secar as lágrimas, com afeto mas sem pieguices. • Transmita-lhe o mais possível mensagens positivas. Esta é uma das condições para apanhar a estrada certa do futuro, com coragem e espírito combativo, o que nos faz sentir um enorme bem-estar interior. • Ensine-o a tomar as próprias decisões. Mesmo que veja que vai errar, deixe-o experimentar por conta própria. É bom que se habitue a tomar nas mãos os desafios, construindo uma personalidade forte e lutadora.

Consultoria Pedagógica - 25 anos Dedicados a Educação Infantil

sábado, 2 de fevereiro de 2013

O Significado de Limites na educação das crianças LIMITE: Eis aqui um assunto que permite várias ponderações, pois afeta deste o ponto de vista cultural, social, financeiro até o emocional. Tão difícil e tão fácil. Tão pessoal e tão abrangente. Como lidar com esta questão? Nesta próximas edições vou colocar alguns ângulos para que possamos amadurecer este conceito. Necessidades de Limites Os limites tem a função de ensinar à criança o que é e o que não é permitido. Sobretudo, tem também a função de dar proteção e segurança. A função protetora dos limites não se restringem apenas aos limites colocados com o objetivo de evitar situações de perigo ou risco (“Cuidado com a panela, o fogo está aceso!”). Abrange algo bem mais amplo, tal como proteger a criança contra o excesso de sentimento de culpa ou remorso, quando percebe que na realidade nos atacou, nos machucou ou destruiu alguma coisa importante para nós. Por isso, é necessário impedir os ataques físicos da criança, embora se possam reconhecer seus sentimentos (“Sei que você está com muita raiva de mim, mas não vou deixar você me dar um soco”). Quando a criança sente raiva ou ódio com muita intensidade, fica difícil, na maioria das vezes frear-se sozinha. Precisa de nossa ajuda no sentido de canalizar a expressão desses sentimentos, de modo não destrutivo. E essa ajuda significa firmeza e a segurança de limites bem colocados. Com muita freqüência a criança testa a consistência e a firmeza dos limites, usando várias manobras que variam desde o franco desafio até a sedução. Em torno do 1º ano, as crianças não tem controle interno de espécie alguma, por isso, o impulso e a tentação são fortes demais e ela não consegue aceitar e respeitar os limites. Pouco a pouco, vai aumentando a capacidade de controlar os impulsos e resistir às tentações e, concomitantemente, fica maior a possibilidade de internalizar os limites. Vemos, por exemplo, a criança entrar na fase em que diz para ela mesma “não”, para logo em seguida mexer na planta, ou então dar uma olhadinha de curiosidade e de desafio para os pais, para logo depois pegar na planta. Posteriormente, quando há um amiguinho por perto que também quer mexer na planta, a criança atua como um verdadeiro censor que proíbe autoritariamente: “não, na planta não!”, para logo depois ela mesma mexer. Há o período em que, na presença dos pais, a criança já consegue controlar-se, mas o censor interno não é muito fidedigno e basta apenas que os pais virem as costas para que o controle pare de funcionar. Finalmente, a internalização se consolida melhor, e a criança pode mais facilmente resistir a tentação de mexer onde não pode. Surpreendentemente, limite também é uma demonstração de amor, e a criança percebe esse particular. É como se ela pensasse “se sou cuidada sou amada”. Essa sensação é que dá segurança à criança e propicia seu desenvolvimento. 51)81287449 CONSULTORIA PEDAGÓGICA

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento. É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza. É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto. É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam. Nas pessoas que escutam mais do que falam. E quando falam, passam longe da fofoca, das maldades ampliadas no boca a boca. É possível detectá-las nas pessoas que não usam um tom superior de voz. Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros. É possível detectá-la em pessoas pontuais. Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está. É elegante não ficar espaçoso demais. É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao de outro. É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais. É elegante retribuir carinho e solidariedade. Sobrenome, jóias, e nariz empinado não substituem a elegância do gesto. Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante. Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural através da observação, mas tentar imitá-la é improdutivo. Educação enferruja por falta de uso. (51)81287449 CONSULTORIA PEDAGÓGICA

25 ANOS DEDICADOS A EDUCAÇÃO INFANTIL

CONSULTORIA PEDAGÓGICA

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Eliziane Longarai - Pedagoga com experiência de 25 anos na Educação Infantil - Profissional com destacada vivência na Gestão Pedagógica de instituições de Educação Infantil. Disponibilidade e conhecimentos técnicos para atuar como Consultora Pedagógico, implantando e desenvolvendo atividades e projetos a partir das necessidades da instituição. Como Consultoria Pedagógica, auxilia a Direção em todo o processo de gestão administrativa e pedagógica como: - Realização de diagnóstico institucional para levantamento de necessidade, conhecimento da equipe; estudo da concorrência, análise da região e mercado; mapeamento geográfico da recepção de alunos para o estabelecimento de plano de ações, de negócios e estratégias para obtenção de resultados e melhorias; - Avaliação do processo de ensino-aprendizagem implantando novos procedimentos, reformulando e atualizando os existentes; Orientação didático-pedagógica; Análise de compatibilidade da ação docente com a proposta pedagógica; - Suporte na confecção e reestruturação de Projetos Pedagógicos; - Projetos de ensino de Filosofia para crianças, adolescentes, jovens e adultos. - Criação de material didático para a Educação Infantil e o Ensino Fundamental I, II e Ensino Médio; - Acompanhamento da implantação de sistemas apostilados e, ou trocas de proposta pedagógicas; - implantação do projeto de orientação personalizada de estudo (ALUNOS E PROFISSIONAIS); - Projeto adaptação de alunos e famílias novas (maternal, 6º ano do fundamental e 1º ano do E.M); - Organização de Feiras das ciências e das tecnológicas; - Viagens pedagógicas voltadas para o entretenimento e o conhecimento construído; - Preparação de reuniões com equipe e responsáveis. Realização de palestras temáticas mensais para os responsáveis e comunidade. - Elaboração de Circulares e Comunicados. A importância da Agenda Escolar - Elaboração de proposta pedagógica, regimento escolar, calendário anual, grade de horários e atribuição de aulas; - Abertura e autorização de funcionamento de escolas; - Participação em projeto de reformulação do Ensino Fundamental e Médio, atualizando conteúdos, carga horária, sistema de recuperação de notas, cursos opcionais (extracurriculares), etc; - Implantação de curso técnico com habilitação; - Implantação e acompanhamento do Projeto Horário Integral; - Seleção de docentes e equipe em geral; - Treinamento de profissionais da Portaria à equipe de Direção, INCLUSIVE , pessoal do Transporte Escolar - Implantação do sistema informatizado de gestão; - Amplos conhecimentos em Legislação Educacional.Consultoria Pedagógica Aguardo contato (51)81287449 Eliziane Longarai Pedagoga