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domingo, 31 de maio de 2015

DATAS COMEMORATIVAS " JUNHO"

Dançar a Quadrilha...

Quadrilha É dança de origem francesa (quadrille), cujo nome, segundo Eugéne Giraudet, é diminutivo de squadra, vocábulo italiano que significa companhia de soldados disposta em quadrado. Este nome foi dado, mais tarde, a um grupo de quatro pares, e de squadra passou para quadrille.Surgiu em Paris, no século XVIII. Musard foi considerado o pai das quadrilhas. Dança derivada da contredanse française, que por sua vez é uma adaptação da country danse, inglesa, introduzida na França. A quadrilha resultou da disposição dos dançadores daquela em quadrado. A quadrille française, compunha-se de cinco figuras básicas, que serviram de ponto de partida para as variações que delas se originaram: pantalon, eté, Poule, Pastourelle e chassé-croisé. A quadrilha apresentava na França, inúmeras modalidades. Entre as conhecidas, no fim do século XIX, destacamos: quadrille des lanciers, quadrille american, quadrille des familles.A quadrilha era dança aristocrática, que iniciava os bailes de corte na Europa, preferida pela sociedade da época. Foi trazida para as Américas, onde os salões acolheram-na efusivamente e depois transportou-se para o povo que lhe transformou as figuras ou lhe anexou novas, assim como fez com sua música e seus comandos. Deu origem às danças sul-americanas cielito e pericon e, nos Estados Unidos, às famosas square dances. Foi introduzida no Brasil no século XIX, durante a Regência, trazida pelos mestres de orquestras francesas Milliet e Cavalier. Brilhou durante anos na sociedade brasileira e, ao que consta, no último baile solente do Paço (1852) foram dançadas vinte quadrilhas.As quadrilhas antigas, em nosso país, eram executadas em cinco partes, como a francesa, em compasso 6/8 ou 2/4, terminando sempre em galope. Mais tarde foram vistas concluídas por polca ou mazurca. Vimo-la em 1945, em Santa Rita do Passa-Quatro (São Paulo) executada em quatro partes e encerrada com valsa antiga, como ainda fazem em Itapeva e Assis (1961) no estado de São Paulo, sendo que nestas duas localidades antes da valsa dançam o galopeio, reminiscência do galope, registrado no mesmo ano em França.Em Piracicaba, (1957) neste estado, foi terminada com o miudinho e iniciada com polca, para que os pares, de braços dados, entrassem e se colocassem nos lugares. Geralmente concluída com danças de pares enlaçados, como as enumeradas acima, foi observada terminando com uma de suas próprias figuras: O Grande Passeio. Na quadrilha o marcador ou "marcante" é elemento imprescindível, pois dirige a dança, dando as vozes de comando, para a execução das figuras. A sequência da dança e as figuras de que se compõe dependem desse personagem. Em Piracicaba é encontrada, também, a "contra-marcante", o que não é frequente e todavia não estranhável, porque na quadrille des familles, francesa, havia um par dirigente.É marcada quase sempre, mesmo nos dias atuais, em francês não muito correto ou combinado com português. Naquele idioma persistiram os termos básicos, e os novos, próprios a cada localidade, geralmente populares e típicos, aparecem expressos na língua pátria.O acompanhamento instrumental da quadrilha é geralmente, sanfona, (uma ou duas) vendo-se, ainda, viola ou violão. Quanto à sua música, os compositores brasileiros deram-lhe colorido nacional.Esta dança, no Brasil, ultrapassou os salões e a sua difusão foi tamanha que deu origem a outras danças no mesmo estilo, como sejam: a quadrilha caipira, no estado de São Paulo, o saruê, no Brasil central, o baile sifilítico, na Bahia e Goiás, e a mana chica no estado do Rio de Janeiro. As quadrilhas foram sendo gradativamente substituídas por danças de salão mais modernas e hoje estão quase desaparecidas. Surge, apenas, nas festas juninas, nas cidades e em comemorações festivas no meio rural. Mesmo assim a grande variedade de suas figuras nos permitiu apresentar, na segunda edição, o registro de várias que não constam na de Santa Rita de Passa-Quatro, exposta adiante. Dessas figuras, recolhidas em diferentes localidades paulistas, a maioria foi registrada por nós in loco, em épocas diversas, outras aprendemos com pessoas que as dançaram nas cidades mencionadas. Não incluídas nesta edição, por motivo de força maior, reaparecerão, aumentadas, na próxima, atestando a diversidade imprevisível e a abundância dos mesmos. Indumentária À antiga (fim do século XIX). Damas: Vestido até os pés, sem muita roda, estilo blusão, gola alta, cintura marcada, mangas "presunto", botinas de salto, abotoadas de lado. Cavalheiros: Paletó até o joelho com três botões, colete, calças estreitas, colarinho duro, gravata de laço, botinas. À caipira: incluir pequenos chapéus de palha, enfeitados de flores, para as damas). Acompanhamento: Piano e violino, no primeiro caso, sanfona no segundo. Número de participantes: Pares à vontade. Passos Passo básico: Passo à frente, com o pé esquerdo flexionando e estendendo ligeiramente a perna, após o contato do pé com o chão. Passo à frente com o direito, observando os detalhes vistos. Os braços, quando não há outra indicação, balanceiam-se, um pouco exageradamente, ao lado do corpo, semiflexionados. Passo no lugar: Elevar alternadamente os joelhos, a pequena altura. Braços como acima. Figuras A dança compõe-se de quatro partes, cada uma das quais constituída de várias figuras.Notamos nela figuras gerais, que aparecem em todas as partes e figuras especiais, que são peculiares a cada parte. Entre as figuras gerais, temos: "aos seus lugares"; "ao centro"; "giro" e "balanceio". Entre as especiais: 1.ª parte: "Damas, saudação", "Cavalheiros, saudação", "Saudação geral", "Damas, trocar de lado", "Cavalheiros, trocar de lado", "Damas e cavalheiros, trocar de lado". 2.ª parte: "Grande passeio", "Trocar de damas"; "Trocar de cavalheiros"; "A ponte". 3.ª parte: "Primeiras marcas, ao centro", "Segundas marcas, ao centro", "Caminho da roça", "Caracol". 4.ª parte: "Grande roda", "Coroar damas", "Coroar cavalheiros", "À valsa". Explicação de como será executada cada uma das figuras citadas. Disposição inicial: Duas fileiras defrontam-se. Nelas damas e cavalheiros alternam-se. Há entre ambas um intervalo aproximado de quatro metros. Uma é começada por dama, outra, por cavalheiro. Mãos dadas, braços oblíquos para baixo. "Ao centro": De mãos dadas, as duas fileiras progridem para frente. Quando estiverem próximas, todos os participantes fazem um cumprimento, isto é, flexionam o trono à frente, mantendo a cabeça erguida e voltam aos lugares, caminhando de costas. Sendo ordenado "Mais uma vez" repete-se a figura. "Balanceio": Os pares da mesma fileira defrontam-se fazem o passo no lugar balanceando naturalmente os braços. Pode ser feito também, no centro, quando as fileiras estão próximas. O "balanceio" é feito, neste caso, com a dama ou cavalheiro do lado oposto. Ele pode aparecer no meio de outras figuras, como na "roda", no "grande passeio", no "caracol", etc., procedendo-se de maneira idêntica ao que já foi visto. Quando for dito "Bem balanceado", imprime-se mais entusiasmo ao movimento. "Giro": Cavalheiro passa a mão direita na cintura da dama que apóia a esquerda no seu ombro. A outra mão de ambos é dada obliquamente para cima, braços estendidos. Os pares giram pela direita do cavalheiro, inclinando o tronco, ora para um lado, ora para o outro e conservando entre o homem e a mulher distância bem maior do que nas danças atuais. O "giro" pode ser feito nas fileiras, como já vimos, ou no centro, quando é executado com a dama ou cavalheiro do lado contrário. Pode ser encontrado também em outras figuras, procedendo-se então de acordo com o exposto. "Aos seus lugares": É a marcação feita no início da dança ou após qualquer figura, quando se deseja a formação ou reconstituição das fileiras iniciais. "Damas, saudação": Só elas vão ao centro, fazem uma reverência (ponta do pé esquerdo à frente, flexão do tronco à frente, apoio do peso do corpo na perna de trás que se flexiona, segurar a saia lateralmente, olhar à frente) e voltam aos lugares, progredindo de costas. "Cavalheiros, saudação": Só eles vão à frente, fazem reverência (ponta do pé esquerdo à frente, ligeira flexão do tronco à frente, cabeça levantada. O braço direito, semiflexionado, é trazido à frente e o esquerdo mantém-se obliquamente para baixo) e voltam como as damas o fizeram. Nota: Executar a reverência de maneira elegante ou acaipirada, conforme a indumentária adotada. "Saudação geral": Damas e cavalheiros vão ao centro, executam o que fizeram isoladamente e voltam aos lugares."Cavalheiros, trocar de lado": Cavalheiros de ambas as filas se dirigem ao centro. Aos se aproximarem, dão-se as mãos direitas, descrevem um pequeno círculo à direita. Soltam as mãos e se encaminham para o lado oposto. As damas, enquanto isso, fazem o passo no lugar. "Damas, trocar de lado": Procede-se como acima, sendo que, agora, são as damas que vão ao centro e os cavalheiros esperam nos lugares. "Damas e cavalheiros, trocar de lado": As duas fileiras se aproximam de mãos dadas. Ao se defrontarem, soltam-nas e os cavalheiros, tomando a mão da dama fronteira (ambos mão direita, braço elevado) descrevem um pequeno círculo, pela direita. Em seguida, soltam as mãos, dirigem-se para o lado oposto e dão as mãos, novamente, aos companheiros da fileira, caminhando uma fila de costas para outra. "Grande passeio": As duas fileiras iniciais volvem-se à direita, emendam-se, formando um grande círculo. Damas colocam-se à direita dos cavalheiros, dão-se os braços internos e os externos continuam balanceando ao longo do corpo. O círculo progride. Quando o marcador anuncia alguma figura, a progressão cessa e os participantes executam o que foi ordenado. "Segue o passeio": É a voz de comando para que ele continue a progredir. "Trocar de damas": Estando no "Grande passeio", os cavalheiros avançam, vão colocar-se ao lado da dama imediatamente à sua frente. Se for dito "Mais uma vez", repete-se o que foi feito. Quando a marcação for "passar duas", ou "passar quatro", o cavalheiro progride à frente, passando pela primeira à sua dianteira e imediatamente firmando-se ao lado da segunda ou da quarta, conforme a indicação. As damas, durante essa movimentação, quase param no lugar, para que os cavalheiros possam passá-las à vontade, sem que haja confusão. "Trocar de cavalheiros": São as damas que se movimentam, procurando o cavalheiro da frente. Passam um, dois, três ou quatro, de acordo com o que for determinado. "A Ponte": O par da frente para, eleva os braços internos para cima, mãos dadas, fazendo ponte. O segundo par flexiona o tronco, passa por ela e vai colocar-se na frente do primeiro e eleva os braços. Passa o terceiro sob o braço de ambos, coloca-se na frente do segundo e assim, sucessivamente, até que todos passem. Executa-se o passo no lugar durante esta figura. O braço livre balanceia ao lado do corpo. "Primeiras marcas, ao centro": Previamente os pares de cada fileira são numerados por dois. A esta marcação só os pares número um vão ao centro, cumprimentam-se e voltam. Os pares número dois, enquanto isto, fazem o passo no lugar. Se, enquanto estiverem no centro, for determinado "balanceio, ou "giro", eles o executam com o par da fileira oposta. À ordem de "aos seus lugares", voltam às fileiras. "Segundas marcas, ao centro": Os pares número dois vão ao centro e procedem como aqueles o fizeram. "Caminho da Roça": As fileiras iniciais viram-se à direita, emendam-se, formando uma só coluna. O primeiro desta, segura, com as mãos à altura dos ombros, as mãos de quem está atrás. Os demais apoiam-nas nos ombros do que está à sua frente (braços estendidos). A coluna progride, serpenteando à frente. À voz de "vem chuva", "olha um cobra", ou "que tempestade", todos fazem meia volta, colocam-se como estavam e caminham em sentido contrário até que marcação semelhante determine nova meia volta e trajeto em sentido inverso.Esta figura pode também ser entremeada de "balanceios" ou "giro", feito com o par. Para que ela prossiga, será dito "segue caminho da roça". "O Caracol": Estando em coluna, com acima, inclusive os braços, a esta marcação o primeiro elemento começará a descrever curvas sucessivas que fazem lembrar a carcaça desse molusco. Quando o marcador disser "desviar", o guia procurará executá-las em sentido contrário e depois caminhará em linha reta. "Grande roda": As duas fileiras iniciais emendam-se, constituindo uma roda que se desloca "à direita" ou "à esquerda", como for determinado, sempre de mãos dadas. O deslocamento é feito por meio de passos laterais (dar passo lateral na direção indicada com uma perna e unir o outro pé ao que avançou). Ao comando de "dois círculos, damas para dentro", estas se dirigem para o centro, dão-se as mãos, braços obliquamente para baixo enquanto os cavalheiros dão-se as mãos, lateralmente, formando um círculo exterior. À voz de "à direita" ou "à esquerda", os dois círculos se movimentam na direção indicada. Se for dito: "damas à esquerda" e "cavalheiros à direita", ou vice-versa, os círculos se deslocarão em sentido contrário, obedecendo à ordem dada. Também há a marcação. "Dois círculos, cavalheiros para dentro" quando se procederá de maneira inversa ao que já vimos. "Coroar damas": Estando em dois círculos concêntricos, damas para dentro, os cavalheiros, de mãos dadas, erguem os braços na vertical, sobre a cabeça delas, como se as coroassem, depois abaixam-nos passando pela frente, até à altura da cintura, contornando-as. Fazem o passo no lugar durante a coroação. Depois podem deslocar-se "À direita" ou "À esquerda", conforme determinação. "Coroar cavalheiros" Partindo da figura acima, aos cavalheiros elevam os braços na vertical e os trazem ao lado do corpo. Damas elevam o seus, mãos dadas, ao alto, sobre a cabeça dos homens, a coroá-los e abaixam-nos, por trás, à altura da cintura, contornando-os. No mais, obedecer os detalhes vistos acima.Quando for determinado "Em dois círculos" – damas elevam os braços na vertical e em seguida os abaixam, afastando-se dos cavalheiros, formando novamente o círculo duplo. Estes podem deslocar-se no mesmo sentido ou em direção contrária, até que seja ordenado: "Reformar a grande roda". Então as damas, caminhando de costas, intercalam-se entre os cavalheiros, todos dão as mãos lateralmente e se deslocam na direção indicada. "Fim da 1.ª, 2.ª ou 3.ª parte: Dispostos na duas fileiras iniciais, os participantes batem palmas, antes de se dispersarem para um pequeno intervalo, que existe entre cada parte. "A Valsa, para terminar": A orquestra inicia uma valsa antiga. Os pares se enlaçam, como o fizeram no "giro" e valseiam, dispersos, até que o marcador profira: "Está terminada a nossa dança", que é o fim da quadrilha. Passos: Aos seus lugares! Damas, saudação! Cavalheiros, saudação! Saudação, geral! Ao centro! Mais uma vez! Balanceio! B em balanceado! Giro! Aos seus lugares! Balanceio! Giro! Ao centro! Damas, trocar de lado! Balanceio, giro! Cavalheiros, trocar de lado! Balanceio, giro! Ao centro! Mais uma vez! Balanceio! Giro! Aos seus lugares! Damas e cavalheiros trocar de lado! Balanceio! Giro! Ao centro! Mais uma vez! Mais outra vez! Aos seus lugares! Ao centro! Mais outra vez! Balanceio! Giro! Aos seus lugares! Balanceio! Giro! Grande passeio! Trocar de damas! Mais uma vez! Balanceio! Bem balanceado! Giro! Segue passeio! Trocar de cavalheiro! Passar três! Giro! Balanceio! Segue passeio! Trocar de damas! Trocar de cavalheiros! Segue passeio! A ponte! Aos seus lugares! Ao centro! Balanceio! Giro! Aos seus lugares! Balanceio! Giro! Fim da 2.ª parte.3.ª Parte: Aos seus lugares! Ao centro! Mais uma vez! Balanceio! Giro! Primeiras marcas, ao centro! Mais uma vez! Balanceio! Giro! Segundas marcas, ao centro! Mais uma vez! Balanceio! Giro! Todos ao centro! Balanceio! Giro! Caminho da roça! Vem chuva! Segue caminho da roça! Olha uma cobra! Segue caminho da roça! Giro! Balanceio! Segue caminho da roça! Que tempestade! O caracol! Desvirar! Segue caminho! Aos seus lugares! Primeiras marcas, ao centro! Balanceio! Giro! Segundas marcas, ao centro! Balanceio! Giro! Fim da 3.ª parte.4.ª Parte: Aos seus lugares! Ao centro! Mais uma vez! Mais outra vez! Balanceio! Giro! Aos seus lugares! Formar grande roda! À direita! À esquerda! Balanceio! Bem balanceado! Giro! Segue a grande roda à direita! Damas ao centro! Damas, à direita! Cavalheiros, á esquerda! Vice-versa! Balanceio! Giro! Segue à direita! À esquerda! Coroar damas! Segue à direita! Coroar cavalheiros! Segue à esquerda! Coroar damas! Coroar cavalheiros! Em dois círculos! Damas, à direita; cavalheiros, á esquerda! Balanceio! Giro! Reformar a grande roda! Á direita! Aos seus lugares! Ao centro! Outra vez! Balanceio! À valsa! Está terminada a nossa dança!

Sugestão de Rotina para Educação Infantil

Rotina escolar - A rotina escolar é uma seqüência de atividades que visam a organização do tempo que a criança permanece na escola. Apóia-se na reprodução diária de momentos e nos indícios e sinais que remetem às situações do cotidiano. Tempo e chamada Na Educação Infantil o primeiro passo da rotina é a caracterização do dia em termos de calendário (Que dia é hoje? Em que mês estamos? Que dia foi ontem? E que dia será amanhã? Se tiver alguma data especial o professor deve conversar sobre ela com seus alunos: data cívica ou aniversário de algum aluno - mesmo que tenha ocorrido num feriado ou fim de semana), tempo (a estação do ano é relembrada e verifica-se se algumas características estão presentes no dia. As condições climáticas são, então, registradas através de cartaz do tempo). Finalizada essa etapa, é iniciada a chamada interativa: o professor sugere ao grupo que observe e verifique quem está presente e quem faltou. Após nomearem os faltantes, então começa a chamada propriamente dita, que pode ser realizada de diversas formas: preenchendo o quadro “Quantos somos?”, ou num quadro que possua as fichas de todos os alunos (retira-se as fichas dos que estão faltando e em seguida conta-se quantos alunos estão presentes, podendo ser até um momento para trabalhar com os nomes dos alunos), bonequinhos com o nome dos alunos para colocar num quadro específico (pode-se fazer como o exemplo anterior),entre outros modelos. Qualquer que seja o modelo escolhido deve-se fazer a contagem dos presentes, separar em grupos (meninos e meninas) e sua totalização novamente. Toda essa atividade de chamada interativa vai permitir a descoberta e consolidação de valores, além de ser muito agradável para a criança pelo seu caráter lúdico e participativo, valorizando a presença de cada um e permitindo, embora dentro da rotina, muitas variações. No Ensino Fundamental essa etapa pode ser simplificada falando sobre a data do dia (Dia, mês e que ano estamos? Tem alguma data especial que se comemora hoje? Pode ser data cívica ou aniversário de algum aluno). A chamada também é primordial, mas pode ser feita de maneira mais simples. Ajudante do dia A escolha do ajudante do dia pode ser efetuada com várias dinâmicas: um casal por dia ou apenas um ajudantes, alternadamente menino/menina, escolhido através de sorteio, ordem alfabética. No caso do Ensino Fundamental pode ser o representando e vice em dias alternado mais um aluno. A esses ajudantes, nesse dia, caberá colaborar em todas em todas as tarefas, tais como: distribuir materiais, bilhetes, organizar a sala, etc. Atividades do dia As atividades apresentadas para o dia devem constar no quadro de rotina: atividade individual, em grupo, vídeo, informática, explicação e correção do dever de casa, jogos, etc. O tempo gasto em cada atividade é um elemento importante, por isso teve ser pensado desde o planejamento, para não colocar excesso de atividades. A importância da roda A roda é um dos momentos de grande interação. Implica a expectativa de algum fato relevante, pois algo de importante vai acontecer quando todos sentam numa roda. Para o professor, é uma oportunidade de observar os alunos e as relações entre eles: duplas ou trios que se sentam perto, conversam, trocam objetos, riem. Nos primeiros dias de aula, a proximidade da roda permite que os alunos se conheçam melhor, observando semelhanças e diferenças por meio de um jogo de identificação iniciado pelo professor: “Tem criança com camisa azul”, “Tem criança com bota”. Mesmo não sabendo ainda o nome dos colegas, as crianças se voltam para os indicadores, acompanhando a nomeação de cada um: “Davi vai mostrar sua mochila nova”, “Quem está de blusa verde vai pegar a caixa de botões”. Todo o grupo se envolve na adivinhação e às vezes descobre quem é o aluno. A “roda de novidade” deve fazer parte da rotina desde os primeiros dias de aula. No início, o professor traz os objetos para serem explorados, e os alunos são praticamente espectadores. Mas a roda evolui quando as crianças começam a trazer as novidades de casa – uma fruta, um brinquedo, uma revista, toquinhos de madeira, algumas fotos e até uma caixa cheia de tampinhas de refrigerante. O que for significativo para a criança pode ir para a roda, desde que o dono queira. Uma das possibilidades é criar a “caixa de novidades”. Na chegada, o aluno guarda o objeto, que depois de exibido na roda volta para a caixa ou vaio para a mochila, conforme a criança desejar. A novidade pode desencadear várias atividades, como jogos, brincadeiras e histórias, e faz a ponte entre a casa e a escola, permitindo identificações, além de incentivar o início das relações de interação e troca entre os alunos. A roda pode ser o primeiro momento de centralização das atividades do dia. Nela se tem um espaço privilegiado no qual se pode desencadear a exploração de temas e o amadurecimento das idéias. Mas para isso é de grande importância a participação dos alunos por meio de comentários e discussões. Na Educação Infantil a roda faz parte da rotina diária, podendo ocorrer mais de uma vez ao dia se necessário. Já no Ensino Fundamental pode ser inclusa como forma de trabalho, para uma explicação de conteúdo, experiência onde os alunos possam ficar mais próximos, durante um jogo, entre outras situações que o professor julgue necessária, pode ou não fazer parte da rotina diária. Sugestão de Rotina para Educação Infantil Ø Educação infantil: · Acolhida: saudação, oração, guarda de material, músicas, etc. · Quadro de rotina · Rodinha (conversa sobre como eles estão, hora da novidade, etc.) · Calendário (dia, mês, ano, aniversariantes, etc.) e tempo; · Chamada interativa ou “Quantos somos?” · Escolha do ajudante do dia; · Retomar o dever de casa do dia anterior (cada um deverá mostrar o que fez, o que mais gostaram de fazer, etc. Caso algum aluno tenha feito de forma incorreta, retomar com ele num momento oportuno para que ele corrija ou refaça caso seja necessário) · Atividade de sala (individual, grupo, desenho, informática, vídeo, jogos, brincadeiras, pintura, modelagem, etc.) · Parquinho · Lanche · Escovação · Atividades de sala · Dever de casa (passando dever de casa) · História · Relaxamento com música

Atividade Projeto Identidade e Autonomia Educação Infantil

A criança tem seu jeito próprio de compreender o mundo e é partindo de observações e estabelecendo relações com a realidade e com o meio que ela aprende e assim segue na construção de sua identidade Neste processo de construção,em busca de sua autonomia a criança percorre diversos caminhos. Cabe ao professor,identificando os conhecimentos prévio que o aluno tem sobre si mesmo e os que o rodeiam e criando metologias de apoio , facilitar este processo. O objetivo principal deste projeto é , reconhecendo a criança como um ser social e histórico, criar meios de aquisição de conhecimento de si mesmo e do mundo que a rodeia, a fim de possibiltar à criança a contrução plena de sua identidade.Objetivos específicos: Identificar e reconher aspectos de seu próprio corpo; Respeito e valorização por si mesmo e pelos outros; Reconhecer suas preferências e as de seus colegas; Estimular nas crianças o gosto pelo fazer artístico levando-as à reflexão sobre questões artísticas e estéticas de forma significativa. Estimular o a criatividade da criança e auxiliar em seu desenvolvimento motor. Atividades propostas: Roda de conversa Auto retrato Introdução de espelhos em sala de aula. Exposição de fotos antigas Elaboração de gráfico de altura Coleta junto aos pais dos desenhos de Tv preferidos de seus filhos para assistirem junto com a turma cada um em dia e horário programado. Carimbo de mãos e pés Brincadeiras de roda Construção de corpo humano em papel metro e listagem das partes do corpo Reflexão sobre família e sua importância Desenhos com impressões digitais Avaliação: Registro das atividades realizadas pelas crianças e reflexão sobre a prática.

DIRETRIZES CURRICULARES NACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

As propostas pedagógicas de Educação Infantil devem respeitar os seguintes princípios:

Princípios: Éticos: da autonomia, da responsabilidade, da solidariedade e do respeito ao bem comum, ao meio ambiente e às diferentes culturas, identidades e singularidades. Políticos: dos direitos de cidadania, do exercício da criticidade e do respeito à ordem democrática. Estéticos: da sensibilidade, da criatividade, da ludicidade e da liberdade de expressão nas diferentes manifestações artísticas e culturais.

Jornada:

9 É considerada Educação Infantil em tempo parcial, a jornada de, no mínimo, quatro horas diárias e, em tempo integral, a jornada com duração igual ou superior a sete horas diárias, compreendendo o tempo total que a criança permanece na instituição.

Matrícula e faixa etária:

Matrícula e faixa etária: 9 É obrigatória a matrícula na Educação Infantil de crianças que completam 4 ou 5 anos até o dia 31 de março do ano em que ocorrer a matrícula. 9 As crianças que completam 6 anos após o dia 31 de março devem ser matriculadas na Educação Infantil. 9 A frequência na Educação Infantil não é pré-requisito para a matrícula no Ensino Fundamental. 9 As vagas em creches e pré-escolas devem ser oferecidas próximas às residências das crianças.

Educação Infantil:

Primeira etapa da educação básica, oferecida em creches e pré-escolas, às quais se caracterizam como espaços institucionais não domésticos que constituem estabelecimentos educacionais públicos ou privados que educam e cuidam de crianças de 0 a 5 anos de idade no período diurno, em jornada integral ou parcial, regulados e supervisionados por órgão competente do sistema de ensino e submetidos a controle social. É dever do Estado garantir a oferta de Educação Infantil pública, gratuita e de qualidade, sem requisito de seleção.

Criança:

Sujeito histórico e de direitos que, nas interações, relações e práticas cotidianas que vivencia, constrói sua identidade pessoal e coletiva, brinca, imagina, fantasia, deseja, aprende, observa, experimenta, narra, questiona e constrói sentidos sobre a natureza e a sociedade, produzindo cultura.

Currículo:

Currículo: Conjunto de práticas que buscam articular as experiências e os saberes das crianças com os conhecimentos que fazem parte do patrimônio cultural, artístico, ambiental, científico e tecnológico, de modo a promover o desenvolvimento integral de crianças de 0 a 5 anos de idade.

Proposta Pedagógica:

Proposta Pedagógica: Proposta pedagógica ou projeto político pedagógico é o plano orientador das ações da instituição e define as metas que se pretende para a aprendizagem e o desenvolvimento das crianças que nela são educados e cuidados. É elaborado num processo coletivo, com a participação da direção, dos professores e da comunidade escolar.

Qual deve ser o número de crianças por turma na educação infantil?

O número de crianças por professor deve possibilitar atenção, responsabilidade e interação com as crianças e suas famílias. Levando em consideração as características do espaço físico e das crianças, no caso de agrupamentos com criança da mesma faixa de idade, recomenda-se a proporção de 6 a 8 crianças por professor (no caso de crianças de zero a um ano), 15 crianças por professor (no caso de crianças de dois a três ano) e 20 crianças por professor (nos agrupamentos de crianças de quatro e cinco anos). Qual deve ser o número de crianças por turma na educação infantil?Como podemos observar, por este Brasil a fora há salas de Educação Infantil com número absurdo de alunos para que um único professor possa dar conta. Em lugar de abrir outra sala faz-se a velha manobra de super lotar as existentes e economizar com o material humano (professor) imputando-lhe condições de trabalho desumanas a outros. Observe as recomendações do MEC e analise se ela está sendo cumprida no seu município.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

9 Erros que não devem ser cometidos em Reuniões de Pais e Mestres

Este é um post não apenas com 9 erros sobre Reuniões de Pais e Mestres(os que consideramos mais comuns), mas com as ações a serem tomadas para não cometê-los Não se pretende encerrar o assunto em apenas nosso ponto de vista e ficaremos muito felizes com a colaboração dos colegas apontando seus acertos e estratégias funcionais para este momento tão importante de encontro entre família e escola. Erro número 1-Enviar convites em cima da hora e sem pauta. Ao enviar convites aos pais faça-o com uma semana de antecedência , coloque os assuntos a serem tratados na pauta bem como horário de entrada e de saída Como pai, ser convocado à uma reunião em cima da hora e sem uma pauta é de certo modo desconfortável. Sim, os pais precisam encontrar tempo para os filhos, mas leve em consideração que, como você eles têm outras responsabilidades e compromissos. Erro número 2-Elogiar um aluno na reunião ou falar do mau comportamento de outro . Reserve um tempo para falar com cada um dos pais em particular sobre o bom desempenho ou mau comportamento de seu filho. É ético e humano. Tenha e mente que elogiar o filho de um não fará o outro pai querer ser igual e mudar de atitude dando mais atenção ao filho. Esta estratégia muito utilizada não funciona, mesmo! Erro número 3-Paparicar os pais nas reuniões com festa e presentes Convocar os pais para uma reunião para tratar de assuntos referentes ao pedagógico é uma necessidade e não uma tentativa de parecer bom aos olhos deles. Sorteios de brindes já foram muito utilizados para atrair os pais para a escola. É uma estratégia pouco eficiente, na minha opinião, e tira o foco do que é de interesse, além de render um gasto extra ,e nossos salários não são dos melhores. Isso não impede (caso disponha de tempo, talento e dinheiro) de você fazer seu mimo ou dar suas lembrancinhas delicadas e carinhosas. Apenas não use isso como estratégia para melhorar a participação dos pais. Erro número 4-Utilizar linguagem rebuscada com termos desconhecidos Este é um ponto que deve ser considerado principalmente se sua comunidade é de pessoas com escolaridade baixa e de vocabulário reduzido. Utilize termos técnicos com técnicos não com pessoas comuns que não estão familiarizadas com sua área. Imagine um assistente social falando a você nos termos técnicos de sua profissão? A ontologia teleológica por si só é insípida no enfrentamento da questão social. Entendeu? A intenção da reunião é ser entendido e não admirar o público falando bonito o que eles não entendem Erro número 5-Enfeitar demais o ambiente e levar consigo milhares de textos e dinâmicas Uma reunião pedagógica não precisa ser um evento e os pais precisam de praticidade e agilidade Dinâmicas e textos reflexivos são bem vindos, contudo na medida certa como quebra gelo ou ambientação. Não prolongue uma reunião com leituras sem fim e vídeos e mais vídeos. Sua sala pode estar aconchegante e com o ar de seriedade que pede o tratamento de questões pedagógicas sérias. Seus textos podem ser curtos e eficientes. Estamos falando do desempenho de nossas crianças e outros assuntos importantes e não realizando um simpósio. Erro número 6- Tratar os convidados com termos genéricos como PAI, MÃE Procure saber o nome de cada um dos pais de seus alunos ou pergunte o nome da pessoa e fale com ela como convém. Se for fazer com que você se sinta mais segura peça que se apresentem no primeiro momento da reunião e digam o nome de seu(a) filho(a). Eles não são apenas pais e mães, são pessoas... Peça a eles o mesmo tratamento... Você não é apenas a professora do filho deles ... É Jose, Maria, Leila, etc... Erro número 7- Se amedrontar diante de perguntas "complicadas" Não precisa pisar em ovos para falar com os pais de seus aluno. Fale a eles como alguém que sabe o que está fazendo e o do que está falando. Seja sempre firme e sensato. Erro número 8- Deixar que as palavras passem atestado de incompetência Ao considerar passivamente as falas dos pais acenando com a cabeça e concordando com cada aspecto do que fala ao interferir no seu fazer pedagógico você pode dar a entender que não tem segurança no que está colocando em prática na sua sala de aula. Aprenda a dialogar concordando e divergindo sempre que necessário e de forma educada. Erro número 9-Esquecer que O Especialista em Educação é você É bem comum nas reuniões os pais levarem seus antigos cadernos e demonstrarem que o trabalho do professor poderia ser nos mesmos moldes, afinal foi deste modo que eles aprenderam. Observe o material, fale que irá analisá-lo e verificar o que pode ser utilizado em sala de aula com o filho dele para uma melhor aprendizagem, contudo fale sobre sua metodologia e os efeitos que elas têm sobre o estudante e como elas contribuirão a sua aprendizagem. Seus objetivos devem estar bem traçados e as explicações sobre cada ação na ponta da língua para informar aos pais o que se faz necessária e por quais motivos. O especialista na área é você, e como especialista deve não apenas fazer, mas saber fazer e explicar por que fez!

quinta-feira, 28 de maio de 2015

A essência da autoestima da pessoa se forma até os 7 anos

A essência da autoestima da pessoa se forma até os 7 anos
O que os pais e professores podem fazer para ajudar as crianças a crescer emocioanlmente: - Reserve tempo para conversar com as crianças de maneira saudável.Não critique, seja gentil e esteja aberto a compreender os medos e sentimentos delas. - Deixe que participem das decisões familiares.Respeitar suas opiniões é importante.A criança adquire confiança a partir da afirmação de seus pontos de vista. - Não menospreze as preocupações dos pequenos. O que parece simples para os adultos pode ser primordial para uma crinça. - Cuidado para não depreciar. Comentários do tipo "você nunca faz as coisas certa!" podem fazer a criança se sentir incapaz. As críticas devem estar dirigidas a um comportamento impróprio , não à criança. - Valorize as realizações infantis no cotidiano. O elogio aumenta a segurança e tem poder para mudar o comportamento. É um incentivo. - Aos pais com mais de um filho, cuidado: as comparações entre os irmãos(ou entre os alunos) provocam competição e tristeza profunda. As crianças devem ser respeitadas em sua singularidade. -Beijos, abraços e brincadeiras que envolvem toque também fazem a criança sentir-se amada pelo que ela é e pelo que é capaz de realizar. - Quem leva criança a programas de adultos, como passar a noite num bar ou restaurante, e se mostra aborrecido quando os pequenos demonstram cansaço, passa a mensagem de que os filhos são um incômodo. E as crianças percebem isso. Leia mais: http://elizianelongarai.webnode.com/products/autoestima/

Ensinar,educar e aprender

Ensinar,educar e aprender
Segundo John Dewey “a tarefa do professor, cujo papel é ensinar, não é preparar a matéria para fazer aprender, e sim prepará-la para que essa matéria robusteça o ato de pensar” (DEWEY, 1953). Para Paulo Freire, “é preciso saber que ensinar não é transferir conhecimentos, mas criar as possibilidades para a sua própria produção ou a sua construção” (FREIRE, 1998, p.52). Ensinar é mostrar os caminhos pelos quais o aluno pode andar, de modo a incentivar a construção de seu conhecimento. É auxiliar os alunos em suas descobertas, ser um mediador entre os alunos e as informações. É desafiá-los a ir em busca do saber. Educar... Educação... Certa revista publico um texto sobre educação, o qual parte cito agora, como exemplo da educação e sua importância: “Quando você aprende a ler ou a voar, é educação. Quando você planta uma árvore ou deixa de jogar poluentes nos rios e mares, é educação. Quando você passa por um museu, um teatro, uma igreja ou um lugar histórico e entende o que isso significa, é educação. Educação é o maior patrimônio de um ser humano. Porque educação não é só aprender a ler e escrever. Educação é você aprendendo o seu próprio país e o mundo. E, neste processo, aprendendo sobre você mesmo. Muito mais... educação são todos aprendendo sobre todos[...] perguntando[...] e descobrindo a magia e o poder das respostas”. A educação não se restringe às paredes de uma escola, a saber ler e escrever, educação é algo muito maior. Tudo o que vivemos é educação, a cada passo que damos e descobrimos algo estamos ampliando nossa educação. A educação acontece a cada minuto, ocorre na escola, em casa, com a família, com o professor, com o vizinho, com algo que vemos na televisão, com o que lemos ou ouvimos de outras pessoas, vivemos em constante processo de educação (ensinando e aprendendo). Aprender... Segundo Moretto, “aprender é construir significados e ensinar e oportunizar essa construção”. Aprender é muito mais que apenas copiar e reproduzir algo pronto dado pelo professor. Para aprender é preciso produzir, pensar, refletir, discutir, pesquisar, enfim, construir. Buscando “aprender a aprender”, o que envolve, segundo Demo, “saber pensar, englobando, num todo só, a necessidade de apropriação do conhecimento disponível e seu manejo criativo e crítico...construir atitude positiva construtiva, crítica e criativa, típica do aprender a aprender” (DEMO, 1992, p.25). Auxiliar no desenvolvimento de uma pessoa autônoma, que ela aprenda da maneira que consegue, dentro de suas possibilidades e, é claro, sempre procurando desenvolver-se, ultrapassando obstáculos após obstáculos, chegando ao que propõe Edgar Morin, “a missão do didatismo é encorajar o autodidatismo, despertando, provocando, favorecendo a autonomia” Leia mais: http://elizianelongarai.webnode.com/news/ensinar-educar-e-aprender/

Lembrancinhas para a sua Festa Junina

Desenhos para colorir Projeto Festa Junina

PROJETO Festa Junina

PROJETO Festa Junina  Objetivos Folclore – São João Meio Ambiente: Introduzir o assunto que será trabalhado no mês de julho Prevenção de incêndios: cuidados com o fogo e o que fazer em caso de incêndio (inclusive nas dependências da escola).  Atividades Realizadas Festa junina: Trabalhar com as crianças a origem da festa, os santos, as brincadeiras, comidas típicas e costumes. Confecções de painéis,bandeirolas,balões Meio Ambiente: Explicar o que é, a importância para o homem, e o qué é a degradação do meio ambiente.  DATAS COMEMORATIVAS MÊS DE JUNHO 05/06 -Dia Mundial do Meio Ambiente 12/06 -Dia dos Namorados 19/06 -Dia da prevenção de incêndios 21/06 -Início do Inverno 23/06-Corpus Christi- feriado24/06-São João 29/06-São Pedro Eliziane Longarai Pedagoga