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sábado, 16 de fevereiro de 2013

Atitudes que ajudam a crescer feliz

A medida dos afetos não se vê pelos presentes, antes no tempo que se dedica à criança. Enquanto brincam, os progenitores preparam o caminho da autonomia que passa pela aprendizagem da tomada de decisões. Ainda no ventre materno, a criança desejada é acarinhada com ternura enquanto a mãe sonha com um bom futuro para ela. Que seja saudável e linda – a mais bonita das crianças, – que seja feliz, que caminhe na rota certa e direita da vida e, finalmente, quando for grande tenha êxito nas relações sociais e profissionais. É natural, mas nada cresce de um simples desejo por mais forte que seja. Tudo se constrói, uma parte condicionados pelo ambiente que nos rodeia, já que a outra é só nossa, aquela que faz parte de um eu indivisível. Tendo em conta e respeitando este ‘tesouro’ único, cabe aos pais facilitar o resto, o treino de todos os ingredientes necessários à autonomia, à autoconfiança e auto-estima. Para o melhor e para o pior somos, em grande parte, resultado do que recebemos ou não na nossa infância. Começamos a registar antes de perceber... impressões que colocamos na caixa do tempo para um dia irmos ou não buscar, mas que se refletem continuamente no nosso caráter, na relação connosco mesmos e com os outros. Por isso é que educar não é tarefa fácil mas um desafio fascinante. Seja qual for a sua própria experiência, zele para que o futuro do seu filho seja risonho e seguro. Comece já, colocando em prática alguns conselhos. • Dedique-lhe tempo. Aproveite as oportunidades para brincar e jogar com o seu filho, ouvir as histórias que tem para contar-lhe e responder às suas dúvidas sempre com honestidade, coerência, respeito e todo o carinho. • Dê valor aos seus sentimentos e ideias. É uma condição importantíssima na construção da autoconfiança e um excelente estímulo a futuros encontros de amizade, pautados pela cordialidade. Ajuda a desenvolver o sentido de sociabilidade. • Aceite-o e respeite-o tal como é. Para que ele também possa fazê-lo, ou seja, aprenda a gostar e a apreciar-se pelo que é (isto não significa que se tiver de limar alguma aresta não o faça). Por outro lado, é um excelente exemplo de tolerância. • Saiba ser firme mas também benevolente. O facto de as regras serem fundamentais na educação e orientação das crianças e que exigem firmeza para que possam ser aplicadas, isso não significa que quando infrigidas, esporadicamente, tenham de ser punidas com castigos exagerados. Procure o equilíbrio. • Ensine-o a ser responsável e disciplinado. Para isso, lembre-se de que é preciso criar-lhe espaço e saber aceitar os erros dos primeiros ensaios. Dê-lhe tarefas à medida da idade para que se sinta útil e treine a responsabilidade. • Esteja atenta aos seus estados de espírito. Leve em conta as suas preocupações, convide-o a falar no assunto e ajude-o a secar as lágrimas, com afeto mas sem pieguices. • Transmita-lhe o mais possível mensagens positivas. Esta é uma das condições para apanhar a estrada certa do futuro, com coragem e espírito combativo, o que nos faz sentir um enorme bem-estar interior. • Ensine-o a tomar as próprias decisões. Mesmo que veja que vai errar, deixe-o experimentar por conta própria. É bom que se habitue a tomar nas mãos os desafios, construindo uma personalidade forte e lutadora.

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