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terça-feira, 12 de junho de 2012

PASSOS DE QUADRILHA

Caminho da roça!!! Damas na frente do cavaleiro!! Os cavaleiros cumprimentam as damas. As damas cumprimentam os cavaleiros. Cavaleiros ao meio. Olha o Balanceio!! Cavaleiros do lado direito das damas. Formar a grande roda. As damas pra dentro cavaleiros pra fora. Formar a grande estrela. Caminho da festa. Formar um grande círculo. As damas com as mãos para trás. Passar as damas para trás. Caminho da roça, dama à frente! Olha o túnel. Damas e cavalheiros pegam nas mãos e formam o túnel! Formar grande roda. Cavaleiros pra dentro damas pra fora. Caminho da festa. Olha a cobra! É mentira!! Olha o Formigueiro! É mentira!!!! Os cavaleiros cobrem as damas com o chapéu! Olha a chuva. Já parou!! A ponte quebrou. É mentira. Damas ao passeio. Cavaleiros ao passeio. Passeio dos namorados!! Vai começar o grande baile. Cavaleiros convidam as damas para a dança! Fonte: Minhas Adaptações

Roupas para Festa Junina

Entre as roupas mais usadas para comemorar a Festa Junina e dançar quadrilhas estão as roupas remendadas, saias rodadas, camisas xadrez e chapéus de palha. Caprichar na maquiagem também deixa a sua festa muito divertida. Hoje usa se muitos adereços como laços de fita e flores coloridas nos chapéus, fitas para sacudir, quando dança, tudo muito colorido e belo, nada de dentes pretos ou roupas rasgadas! Aproveitem e caiam na festança!!!

Dança a Quadrilha

Vinda de origem francesa, a quadrilha se tornou uma dança tradicional da Festa Junina, com ritmo sempre alegre e movimentada. Cada região possui seu próprio tipo de quadrilha, mas a forma mais praticada no Brasil é a quadrilha caipira, surgida no interior de São Paulo, na qual os participantes se caracterizam como caipiras, com movimentos marcados por um mestre-de-cerimônias e que termina com uma cerimônia de casamento muito engraçada, com direito a noivos, padres e convidados. Veja o que significa cada um dos passos de quadrilha Anavan - quer dizer ir em frente, caminhar agitando os braços para cima. Balancê - significa balançar o corpo no ritmo da música, sem sair do lugar. Caminho da roça - damas e cavalheiros formam uma fila indiana, e caminham, dançando. Caracol - todos formam uma fila indiana e começam a enrolar a fileira, no sentido do centro da roda, como um caracol. Quando o marcador diz “desviar”, o caracol começa a rodar ao contrário, para se desfazer. coroar cavalheiros - as damas erguem os braços sobre as cabeças dos cavalheiros. Coroar damas - os cavalheiros erguem os braços sobre as cabeças das damas. Cumprimento aos cavalheiros - as damas vão até os cavalheiros e os cumprimentam, abaixando-se e segurando os vestidos pelas pontas. Cumprimento às damas - dançando, os cavalheiros vão até as damas e fazem uma reverência. damas e cavalheiros, atenção para a troca - este comando significa que as damas devem ir para o centro e os cavalheiros, para o lado de fora do círculo (ou vice-versa). Despedida - os pares saem da pista de dança, acenando para o público, às vezes, em passo de galope. grande roda - é quando damas e cavalheiros formam uma grande roda, de mãos dadas. Ao comando, as damas podem ter que ir ao centro, depois os cavalheiros, e assim por diante. Olha a chuva - damas e cavalheiros devem colocar as mãos sobre a cabeça, para se proteger da chuva. Quando o marcador diz “é mentira”, eles podem abaixar as mãos. Olha a cobra - todo mundo deve pular, para evitar o perigo da cobra. No pulo, os pares giram no ar, e voltam a caminhar no sentido contrário ao que estava indo. Quem comanda costuma dizer “é mentira!”, e então todos dão outro pulo, girando, e voltam a caminhar no sentido inicial. Passeio na roça - é o ato de ficar passeando em círculos. Returnê - é o comando para retornar aos lugares, depois de um determinado passo. Trocar de cavalheiro - é como trocar de dama, só que quem anda são as meninas, não os meninos. Trocar de dama - os cavalheiros dão um passo à frente, pegando a dama seguinte. Repete-se o passo até que se volte ao par inicial. Túnel - os pares formam uma fila. Damas e cavalheiros ficam de frente um para o outro, segurando as mãos, no alto, formando um túnel. O último casal da fila passa por dentro do túnel. Um a um, todos os pares devem fazer o mesmo. Tur - é uma volta que o casal dá junto, pela direita

quarta-feira, 23 de maio de 2012

A importância da Pré - escola

Sem qualquer desmerecimento aos demais segmentos, esta página é dedicada em especial àqueles professores que "seguram a mão e dão suporte inicial aos primeiros passos do aluno", em seu caminho do aprendizado formal. Assim como os primeiros contatos relacionais, no sistema familiar, muito influenciarão o modo como a criança se relacionará com os demais, o contato inicial com os professores da pré-escola será muito significativo nas futuras relações com os seus professores. A preocupação maior deve estar concentrada no aprendizado da sociabilização e do explorar criativo do meio. Quanto menor a preocupação com a iniciação da aprendizagem formal, melhor. Este é o momento para facilitar a exploração do meio através do toque, do movimento e de ter contato com o ar livre. Os objetivos da pré-escola devem visar o desenvolvimento físico, emocional, social e intelectual da criança, objetivando sua autonomia, auto-controle e confiança para se expressar e se comunicar. Entretanto, tudo deve ser feito em paralelo ao respeito das características de sua faixa etária, principalmente no que se refere à disciplina. Esta época não prioriza o receber e, sim, o explorar e o descobrir. O professor e a escola devem estar conscientes de que uma criança é criança porque brinca. Se não consegue brincar, não está bem; se seus pais e seus professores não a deixam brincar, eles também não estão bem. Se o brincar é pobre de imaginação ou fixo em algum objeto, a criança não está conseguindo fantasiar a partir de suas necessidades de elaboração e, ainda nesse caso, não deve estar bem. Se os professores e a escola exigem da criança obrigações e a enchem de atividades, focando um mini-vestibular para escolas consideradas difíceis, irão falhar em seus objetivos pedagógicos. Exigir mais do que a criança está apta a dar consistiria em um alto desestímulo e desinteresse futuro pelo aprender. Embora a pré-escola não exista para substituir os pais, ela é a primeira ponte de separação e a representante primitiva da metáfora de que sair do ninho é preciso para poder crescer! Não há como esquecer a importância da pré-escola no histórico pedagógico da criança. Ela é o primeiro campo de energia que servirá de base para a aprendizagem formal. Sua prioridade é acolher a criança, é facilitar e auxiliar os pais a permitirem esta "descolagem do ninho", é mostrar à criança que pode se sentir feliz longe dos pais, sem almejar substituí-los. O professor da pré-escola precisa gostar de lidar com crianças e entender suas necessidades. Sua responsabilidade é enorme, por isso deve ter o apoio e orientação pedagógica da escola, sempre que necessários, pois são os primeiros agentes que influenciarão o processo de como a criança se relacionará com o aprender. Eliziane Longarai Pedagoga

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Criança hiperativa

Desde pequeno já é inquieto. Em casa, corre daqui para lá o dia todo, sem que nada o detenha, nem sequer o perigo. Tira brinquedos de seu lugar, esparrama todos eles pelo chão e, quase sem usá-los, pega outros e outros. Interrompe permanentemente os adultos e as outras crianças, respondendo impulsivamente e de forma exagerada àqueles que o aborrecem. Seus companheiros de escola o evitam, mesmo assim ele sempre termina chamando-os para pedir ajuda nas lições que não consegue copiar a tempo. Os sintomas acima mostram a vida de uma criança que apresenta um dos transtornos mentais mais freqüentes nas crianças em idade escolar, a Hiperatividade, ou Transtornos de Déficit de Atenção por Hiperatividade (TDAH), como é chamada pelos especialistas. Ainda é comum encontrar entre leigos, a noção de que a criança hiperativa seja apenas malcriada, ou mal educada pelos pais. Por isso, é importante que os pais prestem muita atenção nas atitudes e comportamentos dos filhos, seja dentro de casa, na rua ou na escola. A diferença entre uma criança que tenha hiperatividade de outra mal educada é que a segunda não apresenta alguns distúrbios como perda relativa de visão ou audição, problemas de comunicação, estresse emocional, convulsões e distúrbios do sono, que são mais comuns na primeira, além do mau humor constante. O verdadeiro comportamento hiperativo interfere na vida familiar, escolar e social da criança. As crianças hiperativas têm dificuldade em prestar atenção e aprender. Como são incapazes de filtrar estímulos, são facilmente distraídas e tendem a ser muito agarradas às pessoas, necessitando de muita atenção. É importante para os pais perceberem que as crianças hiperativas entendem as regras, instruções e expectativas sociais. O problema é que elas têm dificuldade em obedecê-las. Esses comportamentos são acidentais e não propositais. Por isso, não culpe o seu filho por ele ser assim, isso só será pior para ele! Para garantir que a criança realmente hiperativa seja tratada adequadamente, e evitar o tratamento inadequado de uma criança normalmente ativa ou malcriada, é importante que seu filho receba um diagnóstico preciso. Esteja preparado para descrever, de forma precisa e objetiva, o comportamento do seu filho em casa e nas atividades sociais. Se seu filho está encontrando dificuldade na escola, peça ao professor que converse com o médico ou envie-lhe um relatório por escrito. Ao tratar da criança hiperativa, sua meta é ajudá-la a fazer o melhor possível, em casa, na escola, e com os amigos. Lembre-se sempre de que seu filho está lutando com todas as forças para superar uma deficiência do sistema nervoso. Explique, se preciso for, mas não se sinta envergonhado ou culpado quando seu filho não se comportar bem.

A primeira ida à creche

O “dia da separação”: a primeira ida à creche Mamães de primeira viagem talvez não imaginam como fica seu coração depois de deixar seu filho pela primeira em uma creche. Mas não tem outro jeito. A licença-maternidade acaba e um sentimento ímpar de tristeza vem acompanhado de incertezas. Como vou deixar meu bebê tão pequenino numa escolinha? Colocar o filho na creche tão prematuramente pode parece um retrocesso na cabeça das mamães, mas se a escolha da escolinha for bem feita, um lugar em que a mamãe sinta-se segura para deixar seu filho enquanto trabalha, o local poderá ser um espaço de grande desenvolvimento para criança e aprendizado para a mamãe. Já pensou nisso? A inserção da criança na creche é um dos momentos muito importantes na vida da criança e da mamãe. É a primeira separação real dos dois, marcando a sua entrada no mundo social. Claro que isso não pode acontecer de forma brusca. Mas a creche pode ser benéfica principalmente às crianças paparicadas demasiadamente pelos pais. É lá que se dá a iniciação da autonomia da criança. E isso assusta principalmente a mamãe que vê seu filho como um bebezinho incapaz de crescer sozinho, o que infelizmente é comum de ocorrer. Creche x mimo - Aos poucos a mamãe verá ações importantes que a criança levará para toda a vida, como a convivência social, começando o processo de amizade, de divisão e colaboração mútua, desenvolvimento da linguagem e de conhecimento do mundo. Brincadeiras entre crianças, normais em creches, contribuem para acelerar o processo de socialização. Muitas crianças pulam a fase de creche e entram no colégio por volta dos 3 ou 4 anos, quando já absorveram lições boas, mas também más dos pais. A criança mimada pode se achar a “dona do mundo” diante de tanto paparico, dificultando no contato com os demais colegas. Mãe segura - A segurança da mamãe nesse “ritual de passagem” do convívio familiar para o social do seu filho será fundamental. A mamãe segura consegue passar tranqüilidade ao filho quando diz que no fim da tarde virá buscá-lo. A criança verá que isso acontece todos os dias e que a mamãe não vai abandoná-lo. Muitas vezes isso não é tão fácil, mas a mamãe não pode estremecer. A criança pequena que ainda não consegue se expressar muito bem verbalmente pode transmitir esse sentimento de separação através do corpo com choro, recusa de alimento ou mesmo ficar doente, isso é normal. Os pais devem favorecer o conhecimento do novo ambiente através da sua presença e mediação com os professores. A ligação entre a criança e o professor é muito importante e os pais devem facilitar esse contato. A figura materna jamais será batida, mas é necessário que haja também uma relação social em que se constitua um vínculo no qual a criança tenha confiança para se desenvolver. Super vovó - A liberdade da mulher nos tempos de hoje e a preocupação cada vez maior com o bem estar financeiro da família também traz consigo inseguranças em relação à educação dos filhos. As vovós entram na história para não ser apenas coadjuvantes no cuidado dos pequenos. Porém, muitas vovós também estão trabalhando ou não estão perto para essa “grandiosa” ajuda. A resolução muitas vezes é a inserção da criança na creche, mesmo ela não tendo completado um ano de vida. Dicas Dizer a verdade é sempre importante. Não deixe a criança na creche dizendo que vai ao banheiro e já volta. No dia seguinte seu filho não acreditará em você. Antes de matricular seu filho na creche, conheça várias e assim decida qual te deixou mais segura para o desenvolvimento do seu filho. A imunidade da criança pequena ainda não é total. Se as doenças na creche forem muito freqüentes acarretando perda de peso, é melhor deixá-la em casa.
Glitter Words